Politica

Bahia: Maioria quer mudanças no próximo governo da Bahia, diz pesquisa

A maior parte dos que querem mudanças totais no próximo governo desaprovam o governo de Jerônimo Rodrigues (PT).

Lívia Patrícia Batista / Lula Bonfim
Jerônimo Rodrigues (PT), ACM Neto (União), Ronaldo Mansur (PSOL) e José Estêvão (DC) (Foto: reprodução/GovBA, Instituto Índigo, Política Livre e Redes Sociais)

 

maior parte dos eleitores, apoiadores e não apoiadores da gestão, quer mudanças no próximo governo da Bahia, diz pesquisa Quaest divulgada nesta quarta-feira (29).

De todos os entrevistados, 40% acreditam que o próximo governador deve mudar apenas o que não está bom. O segundo lugar entre as respostas é daqueles que querem mudança total, representando 34% das respostas. 22% defenderam a continuidade do trabalho e 4% não responderam ou não souberam responder.

 

(Foto: reprodução/pesquisa Quaest)

 

Destrinchando os grupos de eleitores, os da esquerda não lulista foram os que mais defenderam mudanças apenas no que não está bom, com 49% das respostas. Os independentes representam 45% com esse posicionamento, seguidos por lulistas e direita não bolsonarista – ambos com 35% -, e bolsonaristas com 35%.

Os bolsonaristas são aqueles que mais defendem que o próximo governo deve mudar totalmente, com 55%. O grupo é seguido pelos de direita não bolsonarista (51%), independente (38%), lulistas (24%) e esquerda não lulista (23%).

 

(Foto: reprodução/pesquisa Quaest)

 

Quanto à aprovação do governo Jerônimo Rodrigues (PT), 61% dos que querem mudanças totais no próximo governo desaprovam o governo; 21% deles aprova. Entre os que querem mudanças apenas no que não está bom, 44% aprovam o governo, enquanto 33% desaprova. Dos que querem continuidade no trabalho que vem sendo feito, 33% aprova e 5% desaprova. Os índices de aprovação empataram entre os que não souberam ou não quiseram responder (3%).

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(Foto: reprodução/pesquisa Quaest)

Os dados da pesquisa quantitativa Quaest divulgados nesta quarta-feira foram coletados entre os dias 23 e 27 de abril. Foram coletadas 1.200 entrevistas de eleitores da Bahia e a margem de erro estimada é de 3 pontos percentuais para mais ou para menos.

 

Fonte: bahia.ba

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