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A ressurreição de Erick Pulga: atacante volta a ser protagonista no Bahia

Após enfrentar lesão e encarar jejum de meses sem balançar as redes, atacante volta a atuar em alto nível pelo Bahia e virou peça-chave da boa fase do Esquadrão na Série A

A ressurreição de Erick Pulga: atacante volta a ser protagonista no Bahia

Foto: Rafael Rodrigues/EC Bahia

Por: Vitor Bahia

Matéria publicada originalmente no Jornal Metropole em 3 de setembro de 2026

Depois de amargar um período de estagnação, o Bahia caminha para a paz com a torcida. No Brasileirão, a equipe conquistou 13 dos 21 pontos disputados nos últimos sete jogos, sem sofrer nenhuma derrota. O desempenho do clube está atrelado ao retorno em bom nível de Erick Pulga. O atacante, contratado para subir o nível da equipe principal, decaiu consideravelmente em relação ao que havia apresentado quando chegou ao time.

O ponta-esquerda encerrou um jejum de seis meses sem marcar gols para o Tricolor de Aço, ao marcar dois contra o Internacional, em 30 de agosto. Pulga também decidiu o Ba-Vi 508 com uma assistência para Alejo Véliz, além de outras partidas em que não marcou gol nem deu assistência, mas teve boas atuações, com uma leva de dribles certeiros, além de ser líder em faltas e pênaltis sofridos pelo Bahia em 2026.

Pulga chegou no início de 2025 e teve um começo meteórico. Foi o principal jogador do Bahia no primeiro semestre do ano e era tido por muitos analistas como um dos melhores do Brasil, por sempre jogar bem e decidir jogos importantes. Após lesões consecutivas no segundo semestre daquele ano, não voltou a ser o mesmo, com oscilações técnicas e decisões taticamente erradas em campo.

A importância do atleta para o Esquadrão é grande, afinal, o clube nunca perdeu uma única partida em que ele fez gol ou deu assistência. São 16 triunfos e dois empates sempre que o jogador balançou as redes pelo Tricolor. Pulga, ao lado de Alejo Véliz, é a principal surpresa do Bahia nos últimos tempos. O clube, que sofria com a queda de nível de jogadores estrelados, como Caio Alexandre e Everton Ribeiro, recebe a boa fase do ponta-esquerda no melhor momento da competição: a reta final.

Até que enfim!

Por incrível que pareça, Neymar está apresentando um futebol melhor no pós-Copa do Mundo do que quando foi convocado para disputar a competição. Até então, o camisa 10 do Santos tem sido irretocável no Peixe, sendo o protagonista na saída do time da zona de rebaixamento, na classificação da Sul-Americana e no avanço para às quartas de final da Copa do Brasil. Uma pena, para a Seleção Brasileira, que esse desempenho com consistência física e técnica tenha chegado tarde demais.

Será hexa?

As esperanças do Brasil no MMA estão em Alexandre Pantoja, que vai tentar recuperar o cinturão do peso-mosca no UFC 331, previsto para 19 de setembro. O atual campeão, Joshua Van, conquistou o título após uma lesão sofrida por Pantoja no ano passado. Caso vença a disputa, o brasileiro vai se tornar campeão mundial do UFC pela sexta vez.

 

Fonte: Metro 1

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