Horóscopo

Simone Tebet entra na lista de cotados para vaga no STF

Ex-ministra do Planejamento e candidata ao Senado em 2026, Tebet passou a ser considerada para uma das futuras vagas no Supremo.

Foto: Roque de Sá/Agência Senado

A ex-ministra do Planejamento Simone Tebet (PSB-SP) passou a ser considerada para uma futura indicação ao Supremo Tribunal Federal (STF). A possibilidade já foi apresentada ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) por apoiadores da ex-ministra. As informações são da coluna de Mônica Bergamo, da Folha de S.Paulo.

De acordo com a publicação, aliados de Lula afirmam que o presidente pretende indicar pelo menos uma mulher para integrar a Corte. Ainda não há definição, porém, sobre qual das vagas disponíveis poderá ser destinada a uma indicação feminina.

Atualmente, há três vagas que poderão ser preenchidas por indicações presidenciais até o fim do mandato de Lula. A primeira foi aberta com a saída de Luís Roberto Barroso, em outubro de 2025. As outras duas deverão surgir com as aposentadorias compulsórias de Luiz Fux, em abril de 2028, e de Cármen Lúcia, em 2029.

Trajetória de Simone Tebet

Aos 56 anos, Simone Tebet é mestre em Direito pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP), já lecionou em diferentes universidades e presidiu a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado Federal.

Em 2022, disputou a Presidência da República e, no segundo turno, declarou apoio a Lula na disputa contra Jair Bolsonaro (PL). Com a vitória petista, assumiu o Ministério do Planejamento, onde permaneceu de janeiro de 2023 até março de 2026.

Neste ano, deixou o governo para disputar uma vaga no Senado por São Paulo, mas não conseguiu se eleger.

Outros nomes cotados para o STF

Além de Simone Tebet, outros nomes estão na disputa por uma cadeira na Suprema Corte, são eles: a ministra do Superior Tribunal de Justiça (STJ) Daniela Teixeira e o ministro do Tribunal de Contas da União (TCU) Rodrigo Pacheco.

A eventual indicação de Pacheco é defendida pelo presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil), e conta com o apoio de ministros do próprio STF.

Outro nome envolvido nas articulações é o do advogado-geral da União, Jorge Messias. Lula já havia indicado Messias para ocupar a vaga deixada por Barroso, mas a escolha foi rejeitada pelo Senado Federal, responsável por aprovar os nomes apresentados pelo presidente da República. Mesmo após a derrota, Lula sinalizou que pretende submeter novamente o nome de Messias à avaliação dos senadores.

 

Fonte: bahia.ba

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *